Você já percebeu que dois pacientes com o mesmo diagnóstico podem viver realidades completamente diferentes?

Deixa eu conversar direto com você, colega fisioterapeuta.

Provavelmente você já atendeu alguém com um laudo médico cheio de termos técnicos, um CID bem definido…
e, mesmo assim, quando olhou para aquele paciente pensou:
“Esse papel não explica nada do que essa pessoa realmente vive”.

Isso não é impressão sua.
É exatamente aí que nasce a diferença entre laudo médico e laudo funcional.

E se você ainda trata os dois como se fossem a mesma coisa, está desperdiçando um espaço profissional enorme.

O laudo médico cumpre o papel dele. Mas só até certo ponto.

O laudo médico responde a uma pergunta objetiva: qual é a doença?
Por isso ele se apoia no CID.

Esse documento é essencial para o diagnóstico, para o tratamento e para a condução clínica.
Mas quando o assunto é direito, benefício, processo judicial ou capacidade de trabalho, ele para no meio do caminho.

O CID não mostra:

  • Como aquela pessoa se move
  • O que ela consegue fazer no trabalho
  • O quanto aquela condição limita ou não sua vida diária

Doença não é sinônimo de incapacidade.
E você sabe disso na prática.

Agora pense no que o laudo funcional realmente faz

Quando você elabora um laudo funcional dentro da Fisioterapia Forense, a pergunta muda completamente.

Você não está mais perguntando “qual é a doença?”.
Você está perguntando: como essa condição impacta a vida real dessa pessoa?

É aqui que entra a CIF.
Ela permite analisar:

  • Funções e estruturas do corpo
  • Atividades do dia a dia
  • Participação social e laboral
  • Barreiras e facilitadores do ambiente

É isso que transforma um relatório comum em uma Perícia Fisioterapêutica de verdade.

O exemplo que todo mundo entende

Vamos sair da teoria.

Imagine duas pessoas com o mesmo CID de hérnia de disco.

Uma corre, trabalha, treina e organiza a vida apesar da dor.
A outra mal consegue se locomover, tem perda funcional importante e depende de cadeira de rodas.

O CID é o mesmo.
Mas você teria coragem de dizer que a funcionalidade dessas duas pessoas é igual?

É exatamente por isso que o laudo funcional existe.
Ele descreve o que o CID jamais vai conseguir mostrar sozinho.

Onde muitos fisioterapeutas se sabotam

Aqui vai um ponto sensível, mas necessário.

Quando o fisioterapeuta tenta “parecer médico” e foca apenas em diagnóstico, ele perde valor.
Sempre.

O seu diferencial como Fisioterapeuta Perito não é competir com o médico.
É traduzir a condição de saúde em impacto funcional mensurável, compreensível e defensável tecnicamente.

É isso que o juiz entende.
É isso que o INSS analisa.
É isso que uma seguradora precisa enxergar.

Laudos genéricos, baseados só em CID, não protegem ninguém.
Nem o paciente.
Nem o advogado.
Nem você.

Onde está o verdadeiro poder da Fisioterapia Forense

Na Fisioterapia Forense, o laudo funcional é a ponte entre saúde e Direito.

É ele que sustenta:

  • Pedidos previdenciários
  • Discussões de incapacidade laboral
  • Processos trabalhistas
  • Enquadramento como PCD
  • Atuação estratégica como Assistente Técnico

Quem domina a CIF deixa de ser operacional.
Passa a influenciar decisões.

Para fechar, sem floreio

O laudo médico identifica a doença.
O laudo funcional explica a vida.

Enquanto você continuar entregando apenas CID, será visto como coadjuvante.
Quando você aprende a demonstrar funcionalidade, passa a ser referência.

Isso é Fisioterapia Forense aplicada à realidade.
E é exatamente aqui que começa a valorização real do fisioterapeuta.

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